"Criogenia de D." critica a incapacidade de sentir dor na era da internet

Publicado por Agência Radioweb -

"Criogenia de D." critica a incapacidade de sentir dor na era da internet
Compartilhe em suas redes sociais:

Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance “Criogenia de D. ou manifesto pelos prazeres perdidos”, do escritor carioca Leonardo Valente. Com quarta capa elogiosa da premiada escritora Maria Valéria Rezende e da jornalista, tradutora, escritora e presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, a obra chama atenção pela oscilação entre um narrador masculino e feminino, pela linguagem inusitada e pela crítica às relações egoístas e artificiais na sociedade contemporânea. Para Duarte, “Criogenia de D.” “é um livro sobre a facilidade de matar as pessoas nas nossas vidas e virtualmente, de apagar o outro da nossa vida; é um livro sobre a virtualidade das relações e dos sentidos na era da internet; e é, sobretudo, um livro sobre a nossa desumanização, sobre a nossa incapacidade de sentir dor: é um livro sobre a criogenia completa, a morte dos sentimentos, uma vida sem vida”.

Nesta semana, o professor de literatura Rogério Duarte indica aos ouvintes a leitura do romance “Criogenia de D. ou manifesto pelos prazeres perdidos”, do escritor carioca Leonardo Valente. Com quarta capa elogiosa da premiada escritora Maria Valéria Rezende e da jornalista, tradutora, escritora e presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, a obra chama atenção pela oscilação entre um narrador masculino e feminino, pela linguagem inusitada e pela crítica às relações egoístas e artificiais na sociedade contemporânea. Para Duarte, “Criogenia de D.” “é um livro sobre a facilidade de matar as pessoas nas nossas vidas e virtualmente, de apagar o outro da nossa vida; é um livro sobre a virtualidade das relações e dos sentidos na era da internet; e é, sobretudo, um livro sobre a nossa desumanização, sobre a nossa incapacidade de sentir dor: é um livro sobre a criogenia completa, a morte dos sentimentos, uma vida sem vida”.

Deixe seu comentário

Escreva seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *